sábado, 24 de novembro de 2012

Dia Nacional ao combate ao Câncer de pele




A pele, o maior órgão do corpo humano, é composta por duas camadas: a epiderme, na parte externa, e a derme, na parte interna. 
Além de regular a temperatura do corpo, ela serve de proteção contra agentes externos, como luz do sol e calor, contra agentes infecciosos e agentes químicos (ingestão de arsênico, exposição a raios-X e rádio).
Os cânceres de pele são muito comuns no Brasil (25% dos tumores malignos diagnosticados), e a maioria ocorre por causa do excesso de exposição aos raios ultravioleta do sol.
Eles podem ser de vários tipos. Os mais comuns são os carcinomas (carcinoma basocelular e carcinoma epidermoide) com incidência mais alta, porém menor gravidade, e os melanomas que, apesar de menos frequentes, são mais graves por causa do risco de metástases aumentado.
Pessoas com história familiar da doença, de pele e olhos claros, cabelos loiros ou ruivos, albinas, as que se expõem ao sol e a agentes químicos excessivamente e têm muitas pintas constituem a população de maior risco para desenvolver a doença.

Sintomas
A lesão maligna de pele geralmente é rósea, avermelhada ou escura, e apresenta crescimento lento, mas progressivo. 
Também pode ter o aspecto de ferida que não cicatriza, ou de pintas que crescem devagar, mas que coçam, sangram ou apresentam alterações de cor, consistência e tamanho (geralmente maior que 6 mm).
Outras características importantes dessas lesões são a assimetria e as bordas irregulares.
Como os cânceres de pele podem apresentar características diversas, a pessoa deve procurar um médico sempre que notar uma lesão nova ou quando uma lesão antiga sofrer algum tipo de modificação.

Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta o aspecto clínico da lesão, sua coloração e forma e o resultado da biópsia dos tecidos da própria lesão e dos que estão ao seu redor.
O diagnóstico precoce é muito importante, já que a maioria dos casos detectados no início apresenta bons índices de cura.

Tratamento
O tratamento inicial consiste na retirada cirúrgica da lesão e do tecido ao redor. 
Quimioterapia ou radioterapia são recursos terapêuticos utilizados nos casos mais graves.
O tipo de tumor é menos importante do que seu tamanho no momento do diagnóstico para determinar o tratamento e o prognóstico.

Recomendações

* Faça um autoexame de pele regularmente e observe se há alguma mancha, lesão, ferida, sinal ou pinta nova ou que apresente alguma modificação. Não se esqueça de examinar também a palma das mãos, os vãos entre os dedos, a sola dos pés e o couro cabeludo;
* Evite a exposição excessiva ao sol, principalmente entre 10 e 15 horas. Use filtro solar com proteção adequada ao seu tipo de pele, além de chapéu e roupas para se proteger;
* Evite as queimaduras de sol, principalmente durante a infância e a adolescência, fase em que as pessoas costumam expor-se mais ao sol;
* Não exagere na exposição dentro das câmaras de bronzeamento artificial, porque também elas emitem raios ultravioleta,
* Procure um médico dermatologista com regularidade, se você tem pele muito clara, que fica vermelha facilmente quando exposta ao sol, e/ou histórico de câncer de pele na família.


Fonte: http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/cancer/cancer-de-pele/

2 comentários:



  1. Enhorabuena por tu blog, muy bien hecho, te seguirò.se debe ser mi seguidor en mi italiano blog, voy a esperar ..
    http://ragazzocomune.blogspot.it/
    http://scrivimidamore.blogspot.it/

    ResponderExcluir
  2. Oi Eliana! Muito bom este post principalmente por nos aproximarmos do verão e as pessoas abusam do sol. Gostei muito do seu blog. Também sou blogueira unida, vi lá no face e vim aqui conhecer. Já estou seguindo. Bom final de semana. Bjs.

    Jussara
    http://caminhandonaarte.blogspot.com.br

    ResponderExcluir

Obrigada por deixar seu comentário.